CNA avalia riscos à pecuária com delação da JBS

BRASÍLIA (08/06/17) – A Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (CNBC) da CNA realizou, nesta quarta (07), reunião extraordinária para avaliar as consequências à pecuária brasileira da delação premiada dos executivos da JBS na Operação Lava-Jato.

O presidente da CNBC, Antônio Pitangui de Salvo, após mais de quatro horas de debates, informou que foi apresentado um diagnóstico inicial dos impactos da delação no comportamento dos mercados interno e externo da carne bovina do país.

“Esse foi o primeiro passo. A CNA encaminhará sua avaliação para todas as federações estaduais de agricultura e pecuária, pontuando as consequências de uma possível não continuidade das operações da JBS no Brasil”, afirmou Antônio de Salvo.

A especialista em análise de risco de mercado, da Consultoria Agrifatto, Risco e Decisão, Lygia Pimentel, fez uma análise sobre a situação da JBS, após a delação premiada de seus executivos.

Para a consultora, a “crise provocada pela delação aumenta o risco de mercado, induz o pecuarista a tentar vender sua produção à vista, e acaba provocando elevação do custo das operações financeiras”.

Segundo Antônio de Salvo, a cadeia produtiva de carne bovina é muito forte, mas não anda sozinha, “será preciso continuar e fortalecer a aproximação com a indústria”.

O presidente da CNA, João Martins, participou da reunião e destacou ser preciso ter atenção especial sobre as consequências para o mercado.

Também participaram da reunião o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), José Mário Schreiner, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (FAMATO), Normando Corral, e o vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (FARSUL), Gedeão Silveira Ferreira.

 

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