Xiaomi lança mais smartphones no Brasil


Chinesa apresentou os modelos Redmi Note 7 e Mi9 nesta terça (21). Ela voltou a vender no Brasil há apenas duas semanas, com o Pocophone F1 e o Redmi Note 6 Pro. Xiaomi M9 é lançado no Brasil
Thiago Lavado/G1
Duas semanas depois de voltar ao mercado brasileiro, a Xiaomi está anunciando novos celulares para o país na noite desta terça-feira (21): até agora foram apresentados os modelos Redmi Note 7, intermediário, e o topo de linha Mi9.
Veja os os detalhes:
Mi9 – R$ 3.999

É o principal lançamento entre os 3. Foi apresentado no exterior em fevereiro deste ano. O aparelho tem tela de 6,39 polegadas e câmera frontal de 20 megapixels.
Na parte de trás, são 3 câmeras de 48, 16 e 12 megapixels. O processador é o Snapdragon 855, memória RAM de 6 GB ou 8 GB e armazenamento de 128 GB.
Redmi Note 7 – R$ 1.699
Com tela de 6,3 polegadas, o Redmi Note 7 se destaca pela câmera de 48 megapixels. O processador é o Snapdragon 660, e o aparelho tem memória RAM de 4 GB e armazenamento de 64 GB.
Volta ao país
É o segundo lançamento realizado pela Xiaomi com a distribuidora DL Eletrônicos no Brasil. Em fevereiro as empresas trouxeram dois outros smartphones, marcando o retorno da Xiaomi ao país com os modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro.
Quando veio ao Brasil pela pela primeira vez em 2015, a Xiaomi vendia o modelo Redmi 2 por R$ 500 no comércio online, uma forma de evitar a distribuição e reduzir custos ao consumidor. A empresa diminuiu sua presença no país no ano seguinte, deixando de fazer novos lançamentos por aqui.
O lançamento dos novos produtos Xiaomi no Brasil acontece após outra chinesa, a Huawei, ter perdido as licenças do Google para operação do sistema operacional do Android, o que coloca em dúvida como serão feitas as atualizações de sistema operacional nos celulares Huawei.
A empresa também voltou recentemente ao país, com uma estratégia diferente, apostando na família P30, topo de linha.
Chineses de olho no Brasil
Além da Xiaomi, quem também voltou ao país foi a Huawei: a estratégia é parecida, dando prioridade agora a aparelhos mais caros e sofisticados.
A Huawei ganhou destaque nesta semana após o Google anunciar restrições de atualizações do sistema Android, o mais usado por smartphones no mundo, à empresa chinesa. Nenhuma atitude semelhante foi estendida à Xiaomi.

https://g1.globo.com/economia

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