Últimas notícias sobre os mercados em 30 de março

Bolsas europeias operam em queda; barril de petróleo Brent registra a menor cotação desde 2002. As bolsas europeias abriram em queda nesta segunda-feira (30), à medida que os receios sobre o impacto econômico da pandemia de coronavírus se intensificam com várias nações prolongando os bloqueios e medidas de isolamento para reduzir a propagação da doença.
Na Ásia, as principais bolsas fecharam em queda.
Na véspera, o presidente Donald Trump mudou o discurso, passando a pedir para os americanos ficarem em casa até 30 de abril.
Veja os principais destaques do dia*
Bolsa de Londres: opera em queda de 0,96%
Bolsa de Frankfurt: opera em queda de 0,22%
Bolsa de Paris: opera em queda de 0,88%
Bolsa de Madri: opera em queda de 1,73%
Petróleo WTI: opera em queda de 4,70%, a US$ 20,50
Petróleo Brent: opera em queda de 7,42%, a US$ 23,08 (atingiu menor nível desde 2002)
Bolsa de Tóquio: fechou em queda de 1,57%
Bolsa de Xangai: fechou em queda de 0,90%
Bolsa de Seul: fechou em queda de 0,04%
Bolsa de Singapura: fechou em queda de 4,45%
Bolsa de Sydney: fechou em alta de 7%
* Atualizado às 7h45
Pico da Covid-19 nos EUA ocorrerá em duas semanas, fala Trump
Últimos destaques
A pandemia de coronavírus pode provocar contração do PIB alemão de entre 2,8% e 5,4% em 2020, indicou nesta segunda-feira um painel de economistas que aconselha o governo. “A economia alemã encolherá de maneira significativa em 2020”, afirma o painel de especialistas conhecidos como “sábios”, ao destacar que a dimensão exata do impacto “dependerá da extensão e duração das medidas de saúde pública e da subsequente recuperação”.
Número de infectados no mundo passou de 724 mil, e o de mortes superou 34 mil, segundo a universidade americana Johns Hopkins. Mais de 152 mil se recuperaram da doença.
O banco central da China cortou a taxa de recompra reversa em 20 pontos básicos, a maior redução em quase cinco anos e o terceiro corte na taxa de 7 dias desde novembro. Ma Jun, assessor do banco central, disse à mídia estatal que a China ainda tem amplo espaço para ajustes da política monetária e que a decisão levou em consideração o retorno das empresas chinesas ao trabalho, a situação global do vírus e a deterioração no ambiente econômico externo.

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