Petrobras aprova Castello Branco como novo presidente e dispensa diretores


Conselho também aprovou a saída de Nelson Silva da diretoria de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão, e de Jorge Celestino Ramos da chefia de Refino e Gás Natural. A Petrobras afirmou na noite de sexta-feira (22) que seu conselho de administração nomeou Roberto Castello Branco para o cargo de presidente-executivo da petroleira.
Quem é Roberto Castello Branco, futuro presidente da Petrobras
Castello Branco, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, substituirá o atual presidente da petroleira, Ivan Monteiro, a partir de 1 de janeiro de 2019.
Ex-membro do conselho administrativo da Petrobras, Castello Branco é um crítico à intervenção do Estado na economia e defenda a privatização não só da Petrobras, mas de outras estatais.
Roberto Castello Branco
Reprodução/TV Globo
O novo presidente, que também será membro do conselho, é graduado em economia, com doutorado na Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE) e pós-doutorado na Universidade de Chicago, mesma escola do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Castello Branco também já foi diretor da mineradora Vale, do Banco Central, do Banco Boavista e do Banco InterAtlântico, além de ter sido membro do conselho de administração da Petrobras entre maio de 2015 e abril de 2016.
Monteiro, que assumiu o comando da estatal após a saída de Pedro Parente em meados de junho, será dispensado da presidência da estatal a partir de 31 de dezembro. Simultaneamente, também deixará o cargo de conselheiro.
Ivan de Souza Monteiro em foto de abril de 2015.
Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo
Dispensa de diretores
O conselho também aprovou a dispensa de Nelson Silva do cargo de diretor-executivo de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão, e de Jorge Celestino Ramos do cargo de diretor-executivo de Refino e Gás Natural, também a partir do dia 31.
Segundo fato relevante, Solange da Silva Guedes, diretora-executiva de Exploração e Produção, e Eberaldo de Almeida Neto, diretor-executivo de Assuntos Corporativos, acumularão as posições dos diretores dispensados pelo prazo de 90 dias ou até que o conselho delibere sobre novos diretores.

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