Justiça nega liminar da Airbus para retomar aeronaves da Avianca Brasil


Empresa europeia tentava retomar aviões; quatro das seis aeronaves usadas atualmente pela companhia aérea pertencem à Airbus. Aeronave da Avianca
Celso Tavares/G1
A Justiça de São Paulo negou pedido de liminar da Airbus para retomar oito aeronaves da Avianca Brasil.
Quatro das seis aviões em uso atualmente pela companhia pertencem à empresa europeia. Os outros quatro estão parados ou não têm autorização da Anac para voar.
O argumento da juíza Paula da Rocha e Silva Formoso, da 36ª Vara Cível, foi que, sem os aviões, a operação da Avianca ficaria inviável –apenas dois aviões estariam disponíveis para voar.
“A empresa requerida opera com número reduzido de aeronaves, sendo certo que a retirada de tais bens neste momento, ao que parece, praticamente inviabilizaria a manutenção da atividade empresarial”, escreveu na sentença a juíza.
A magistrada deu 15 dias para a Avianca Brasil se manifestar para, então, decidir o mérito do pedido.
A companhia aérea está em recuperação judicial desde dezembro de 2018 e tem atrasado o pagamento aos donos dos aviões, chamados de “lessores”. Em consequência, os proprietários têm ido à Justiça –e obtido decisões favoráveis– para retomar as aeronaves. Mais de 30 aeronaves foram devolvidas desde dezembro.
O leilão dos ativos da companhia foi suspenso por decisão da Justiça. Ele ocorreria em 7 de maio.
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