Inflação vai terminar o ano abaixo de 4% em 2018, diz Ilan Goldfajn

Mercado passou a estimar alta da inflação em 2018 de 3,94% para 3,89%. A inflação terminará este ano com um avanço menor que 4%, depois de terminar o ano passado abaixo do piso da meta perseguido pelo Banco Central, estimou nesta segunda-feira (3) o presidente da instituição, Ilan Goldfajn.
Em discurso durante evento no Rio de Janeiro, o chefe da autoridade monetária também avaliou que ao prever a subida da Selic do piso histórico atual de 6,5% ao ano para 8% ao ano em 2020, o mercado está estimando qual seria a taxa neutra de juros – aquela que não estimula nem contém a atividade econômica e os preços.
Previsão do mercado
Nesta segunda-feira (4), economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de alta da inflação de 3,94% para 3,89% para este ano. Foi a sexta queda seguida deste indicador.
A expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.
A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
Para 2019, os economistas das instituições financeiras diminuíram sua expectativa de inflação de 4,12% para 4,11%, na quarta queda seguida do indicador. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

https://g1.globo.com/economia

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