Futuro ministro da Infraestrutura diz que valor mínimo para o frete ainda é necessário


Frete mínimo foi estabelecido pelo governo como parte do acordo para encerrar a greve dos caminhoneiros. Segundo ministro, uma solução definitiva sobre o tema virá com crescimento econômico. Tarcísio Freitas falou com a imprensa após cerimônia no Palácio do Planalto
Laís Lis/G1
O futuro ministro da Infraesturutra do governo Jair Bolsonaro, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou nesta quinta-feira (29) que é favorável a manter a tabela de frete mínimo.
A criação da tabela de frete mínimo foi negociada durante a greve dos caminhoneiros, mas é questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).
Freitas comentou o assunto após participar de cerimônia de lançamento dos editais do leilão de 12 aeroportos, quatro terminais portuários e da Ferrovia Norte-Sul.
“Neste momento é importante sim”, disse. “É importante fazer com que ele aconteça para a gente poder prestigiar essa categoria que é tão importante para nós. A gente vai começar a trabalhar outras pautas. A solução definitiva dessa questão vai começar com o crescimento econômico, com a geração de demanda e o novo reequilíbrio de mercado”, completou.
Freitas disse que todos os projetos lançados nesta quinta já foram negociados com o futuro governo e que não há risco de os leilões serem suspensos ou alterados. “Está se dando um grande passo, um grande ensinamento de tratar essas questões que são caras e importantes como questões de Estado, independentemente de carimbo, de vaidade”, afirmou.
O futuro ministro da Infraestrutura integra atualmente o Programa de Parceria de Investimentos (PPI) onde é coordenador de projetos. O PPI é responsável pelo gerenciamento dos projetos de concessão e privatização de todas as áreas do governo.
Segundo Tarcísio, o PPI deve continuar dentro da estrutura da Presidência da República. Ele destacou que estar dentro da Presidência ajuda o órgão na solicitação de equipe e na tarefa de coordenar os projetos de diferentes áreas do governo.

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