Elon Musk é forçado a deixar a presidência do conselho da Tesla


Executivo, no entanto, segue como CEO da fabricante de veículos. Ele foi acusado de fraude na bolsa por conta de post no Twitter. Elon Musk, fundador da Tesla
Joe Skipper/Reuters
O presidente da Tesla, Elon Musk, e a agência reguladora do mercado nos Estados Unidos (SEC) chegaram a um acordo neste sábado (29), e Musk concordou em deixar o cargo de chefe do conselho de administração da empresa.
Ele foi acusado de fraude na bolsa, por um post no Twitter. Na última quinta-feira (27), a agência alegou que ele induziu investidores ao erro no mês passado, ao tuitar que poderia tirar a montadora da bolsa.
Na última sexta-feira, o canal de notícias CNBC afirmou que Musk e a SEC não haviam chegado a um acordo.
O comunicado emitido pela SEC neste sábado detalhou outras medidas para encerrar o processo por fraude. O acordo ainda precisa ser confirmado pelo tribunal.
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Além de deixar o comando do conselho, Musk ficará inelegível para o cargo por três anos, mas poderá continuar como CEO da fabricante de veículos elétricos. A presidência será ocupada por uma pessoa independente.
A Tesla também deverá indicar dois novos conselheiros independentes para seu conselho, além de implementar controles e procedimentos adicionais para supervisionar as comunicações de Musk, sobretudo os tweets.
Musk e Tesla também terão que pagar uma multa de US$ 20 milhões, cada. A quantia será distribuída aos investidores prejudicados.

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