Dólar opera em queda após Trump adiar aumento de tarifas sobre a China


Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 0,57%, vendida a R$ 3,7407. Notas de dólar
Gary Cameron/Reuters
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (25), após o presidente dos EUA, Donald Trump, adiar o aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos chineses graças a negociações comerciais “produtivas”.
Às 11h27, a moeda norte-americana caía 0,45%, vendida a R$ 3,7237. Veja mais cotações.
O anúncio foi o sinal mais claro de que a China e os EUA estão se aproximando de um acordo para acabar com meses de guerra comercial que desacelerou o crescimento global e afetou os mercados.
A decisão norte-americana, que já era aventada após sinalizações de progresso na semana passada, renovou o otimismo no mercado e aumentou o apetite por risco.
“Lá fora há um cenário um pouco mais otimista pela decisão do Trump de adiar o início da cobrança de mais impostos sobre a China. Além disso, ele mencionou que as negociações estão em estágio avançado, e o mercado compra a ideia de que algo positivo pode sair daí”, afirmou o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano, à Reuters.
Ao longo da semana, o mercado acompanha ainda a divulgação de dados importantes nos Estados Unidos, com destaque para o PIB do terceiro trimestre, e números de atividade industrial na China.
Investidores também monitoram com atenção falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, que dará o depoimento semestral perante o Senado e a Câmara dos EUA na terça e quarta-feiras.
No cenário local, investidores entraram em compasso de espera por mudanças na Previdência depois que o governo apresentou o texto entregue ao Congresso na quarta-feira (20).
Na sexta-feira (22), a moeda norte-americana recuou 0,57%, vendida a R$ 3,7407. Na semana passada, o dólar acumulou alta de 1,03%. No ano, no entanto, recua 3,45%.

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