Dólar opera em queda após as turbulências da véspera


Na véspera, moeda avançou 2,03% e bateu novo recorde, a R$ 4,7282, em dia de tensão com o tombo nos preços do petróleo e pelo avanço do coronavírus. Cédulas de dólar
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O dólar opera em queda nesta terça-feira (10), dando um alívio ao câmbio após a forte turbulência dos mercados na véspera, que levou a moeda a mais um recorde nominal (sem considerar a inflação).
Às 9h16, a moeda norte-americana era vendida a R$ 4,6736, em queda de 1,15%. Veja mais cotações.
O Banco Central faz nesta manhã mais um leilão de dólar à vista, oferecendo US$ 2 bilhões, em mais um dia de atuação no mercado em uma tentativa de conter a disparada da moeda.Na terça, o BC vendeu US$ 3,465 bilhões em moeda spot. É o maior volume a ser liquidado em um mesmo dia desde pelo menos 11 de maio de 2009.
Na segunda-feira, o dólar disparou 2,03% e marcou novo recorde de fechamento nominal (sem considerar a inflação), a R$ 4,7282, em dia de tensão com o tombo nos preços do petróleo e pelo avanço do coronavírus. Na máxima, chegou a R$ 4,7921. Foi a maior alta desde 6 de novembro do ano passado. Neste ano, o dólar já acumula alta de 17,92%.
Preços do petróleo
No mercado de commodities, os preços do petróleo se recuperam nesta terça, após a derrocada na véspera, quando os contratos recuaram 25% depois que a Arábia Saudita cortou o valor de venda do barril e indicou o início de uma guerra de preços entre os grandes produtores.
Por volta das 9h (horário de Brasília), o petróleo era negociado em alta de mais de 8% sobre o fechamento da véspera, recuperando parte das perdas.
Variação do dólar em 2020
Economia G1
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