Diageo, dona da Smirnoff, é terceira empresa a retirar suas marcas da Copa América no Brasil


Empresa disse ter cortado patrocínio diante da “situação sanitária do país”, uma vez que havia acertado os termos quando evento estava previsto para ocorrer na Colômbia e na Argentina. Diageo decidiu retirar suas marcas de bebida da Copa América
Divulgação
Depois da Mastercard e da Ambev, a Diageo decidiu nesta quinta-feira (10) retirar suas marcas da Copa América no Brasil “diante da atual situação sanitária brasileira e em respeito ao momento da pandemia do Covid-19”.
Dona das marcas Smirnoff e Johnnie Walker, a companhia inglesa afirmou também que os termos do patrocínio foram acertados quando o evento estava previsto para ser realizado na Colômbia e Argentina.
LEIA TAMBÉM:
Após Mastercard, Ambev também desiste de expor suas marcas na Copa América
Mastercard desiste de exibir sua marca na Copa América
Maioria do STF rejeita ações contra Copa América; decisão permite realização do torneio
“A Diageo reitera seu compromisso com a sociedade observando os protocolos de segurança e ações institucionais que contribuam para a mitigação da pandemia.”
Além do recuo da Diageo, Ambev e Mastercard, a maioria dos patrocinadores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já tinha divulgado notas oficiais cobrando a apuração das acusações de assédio sexual e moral contra o então presidente da entidade, Rogério Caboclo, que, no fim de semana, foi afastado do cargo por 30 dias.
Mastercard anuncia que não vai mais patrocinar a Copa América
Início do torneio
A Copa América começa domingo, com o jogo Brasil x Venezuela, às 18h, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. O torneio terá jogos também em Cuiabá, Goiânia e no Rio de Janeiro.
Nesta quinta-feira (10), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou para rejeitar duas ações que pedem a suspensão da Copa América. Se for mantido, o placar confirma a realização do evento no país.
O tema é julgado no plenário virtual do STF, onde os ministros se manifestam eletronicamente. As duas ações têm a ministra Cármen Lúcia como relatora.
A maioria dos ministros acompanhou o voto de Cármen, que rejeitou os dois pedidos por questões processuais.

Deixe uma resposta

*

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.