Bovespa passa a subir, em meio a exterior negativo após dados da China

Na sexta-feira, o Ibovespa caiu 0,16%, a 93.658 pontos. O Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, a B3, passou a operar em alta nesta segunda-feira (14), com os investidores repercutindo o temor de uma guerra comercial após dados mostrarem o crescimento recorde do superávit comercial da China com os EUA, e com os investidores à espera da proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro.
Às 10h45, o Ibovespa subia 0,4%, a 94.034 pontos. Veja mais cotações.
A Petrobras tinha queda, assim como a Vale.
A China teve em 2018 o maior superávit comercial com os Estados Unidos já registrado, o que pode levar o presidente norte-americano, Donald Trump, a ampliar as ameaças sobre Pequim em sua disputa comercial.
Além disso, as exportações da China caíram inesperadamente pelo ritmo mais forte em dois anos em dezembro, enquanto as importações também contraíram, indicando mais fraqueza na segunda maior economia em 2019 e deterioração da demanda global.
Internamente, a expectativa é pela agenda econômica do novo governo, com o encaminhamento da reforma da Previdência. A reforma é considerada fundamental para o acerto das contas públicas. Sem ela, a percepção de risco do Brasil pode piorar, provocando uma fuga de investidores, desvalorização do câmbio e consequente impacto para inflação e juros.
Balanço do Ibovespa
O Ibovespa fechou a semana passada a 93.658 pontos (alta de 1,98%) e no ano acumula alta de 6,57%, segunda maior alta global, perdendo apenas para o índice Merval, da Agentina (11,95%), de acordo com a provedora de informações financeiras Economatica. Na sexta-feira, o Ibovespa caiu 0,16%, a 93.658 pontos.

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