Argentina e China assinam 30 acordos de cooperação e comércio


País oriental é o segundo maior parceiro do anfitrião do G20, atrás apenas do Brasil. Xi Jinping e Mauricio Macri participaram de reunião neste domingo (2). O presidente da China, Xi Jinping, e o presidente da Argentina, Mauricio Macri, participam de entrevista coletiva após reunião neste domingo, 2 de dezembro de 2018, em Buenos Aires
Marcos Brindicci/Reuters
Os governos de China e Argentina ampliaram neste domingo (2), em Buenos Aires, a sua associação estratégica com a assinatura de 30 acordos de comércio e investimentos, em uma cerimônia liderada pelos presidentes Xi Jinping e Mauricio Macri.
“Fortalecemos a cooperação em matéria econômica, agrícola, de infraestrutura e financeira, entre outros campos. O objetivo é promover a longa amizade entre os dois povos”, disse Xi em um evento na residência presidencial argentina em Olivos, na periferia norte.
Além disso, Macri disse que a assinatura de uma declaração conjunta demonstra “o importante consenso alcançado em termos de desenvolvimento em longo prazo. Foi uma reunião muito produtiva”, detalhou.
Xi foi o único presidente estrangeiro a concluir uma visita de Estado ao país sul-americano, enquanto era realizada a cúpula do G20, que terminou neste sábado (dia 1º).
A China é o segundo maior parceiro comercial da Argentina, atrás do Brasil. O intercâmbio alcançou em 2017 os US$ 17 bilhões, mas a balança gera um déficit para a Argentina de US$ 7,736 bilhões.
Antes do encontro deste domingo, conseguiram dirimir uma situação delicada ocorrida durante a cúpula, quando uma porta-voz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que em seu encontro bilateral com Macri eles reafirmaram o “compromisso de enfrentar a atividade econômica predatória da China”.
Em entrevista coletiva, Macri desmentiu ter endossado esses termos e disse que “a China é uma oportunidade para a Argentina”.

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