Argentina alcança déficit fiscal de 2,4% do PIB, melhor do que a meta do FMI


Meta estabelecida no programa de resgate do FMI permitia déficit de 2,7% do PIB. Em Buenos Aires, manifestante segura cartaz contra o novo pedido de ajuda da Argentina ao FMI
Martin Acosta/Reuters
A Argentina reduziu o déficit fiscal para 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado e superou a meta acordada com o Fundo Monetário Internacional (FMI), informou nesta sexta-feira (18) o ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne.
Em 2017, o déficit foi de 3,7%, e Dujovne ratificou o compromisso de alcançar equilíbrio fiscal neste ano. Em 2018, o déficit fiscal primário (antes do pagamento de juros) foi de 338,987 bilhões de pesos (cerca de US$ 8,9 bilhões) que equivalem a 2,4% do PIB.
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Esse é o resultado mais baixo desde 2013 e é melhor que a meta de 2,7% do PIB estabelecida para o ano passado no empréstimo de US$ 56 bilhões com o FMI.
“Alcançamos o cumprimento da meta com o Fundo para o ano de 2018, com o resultado primário de 338,987 bilhões de pesos. Se somássemos o programa de investimentos prioritários, chegaríamos a um resultado primário ajustado de 374,25 bilhões de pesos”, afirmou o ministro em coletiva de imprensa.
Ele lembrou que a meta do programa permitia um déficit de 378 bilhões de pesos com aumento do gasto social, mas a Argentina “não teve necessidade de utilizar nenhum dos ajustadores permitidos”.

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