Anatel diz que bloqueou 154.689 celulares piratas em 2018

Bloqueio começou em maio no DF e em GO, e em dezembro, em mais 10 estados. Para saber se celular é pirata, basta discar *#06# e checar se algarismos são os do adesivo do aparelho. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta terça-feira (8) ter bloqueado 154.689 celulares piratas no ano passado.
As notificações da agência começaram em fevereiro do ano passado, e o bloqueio, no Distrito Federal e em Goiás, em maio. Em dezembro, a Anatel começou a bloquear aparelhos piratas em dez estados: AC, ES, MS, MT, PR, RJ, RO, RS, SC e TO.
Nesta segunda (7), os usuários dos demais estados passaram a receber a notificação da agência. O bloqueio está previsto para a partir de 24 de março.
Segundo a Anatel, já foram notificados 269.834 aparelhos irregulares. O bloqueio ocorre 75 dias após o envio da primeira mensagem de notificação.
Donos de celulares piratas de mais 15 estados vão ter o aparelho bloqueado
Celulares piratas bloqueados
Saiba, por unidade da federação, o número de celulares bloqueados:
De maio a dezembro de 2018
Goiás: 74.338
Distrito Federal: 49.688
Dezembro de 2018
Acre: 650
Espírito Santo: 3.074
Mato Grosso: 1.388
Mato Grosso do Sul: 1.965
Paraná: 4.389
Rio de Janeiro: 11.844
Rondônia: 721
Rio Grande do Sul: 3.304
Santa Catarina: 2.325
Tocantins: 1.003
Como saber se o celular é pirata?
Os celulares piratas são aqueles não certificados pela Anatel ou que têm o IMEI (número de identificação do aparelho) adulterado, clonado ou fraudado.
Para saber o celular é pirata, basta discar *#06# e comparar se os 15 algarismos mostrados são os mesmos do adesivo do aparelho. Se o número não for o mesmo, o celular é ilegal, pode ser clonado, adulterado ou roubado.
O que devo fazer após a notificação da Anatel?
Segundo a Anatel, o usuário que receber as mensagens de notificação deve procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho e buscar os direitos como consumidor.
Entre os celulares irregulares a serem bloqueados, afirmou a Anatel, há aparelhos que não oferecerem a qualidade e segurança exigidas pela regulamentação brasileira.

https://g1.globo.com/economia

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