2ª safra deve representar 60% da produção de feijão no Paraná

Depois de problemas na 1ª safra, melhores condições climáticas e maior área de plantio favoreceram alta para a colheita. Depois de problemas na primeira safra de 2019, os produtores estão otimistas com o desempenho para a próxima colheita no Paraná. A estimativa é que a segunda safra represente 60% de toda a produção no estado.
A expectativa é colher 429 mil toneladas de feijão na segunda safra, quase 200 mil a mais que na primeira.
“Devido a melhor condição climática, sol, luz e temperatura, a safra foi melhor do que a primeira. Na primeira, nós tivemos problema com o frio”, explica o produtor João Francisco de Lima.
Após colher 33 sacas por hectare na primeira safra, ele espera que o volume alcance 40 sacas na segunda safra.
Além das melhores condições climáticas, o crescimento da produção foi impulsionado pela maior área de plantio. Ela passou de 161 mil hectares, na primeira safra, para os 229 mil atuais.
‘Muito feijão’
Em relação aos valores, a expectativa dos produtores é manter na mesma faixa negociada da segunda safra do ano passado. “Na faixa de R$ 120 a saca do feijão preto, que é o feijão mais plantado aqui na nossa região”, afirma Felipe Cruz, empresário.
No entanto, a alta produção pode fazer o valor oscilar. “Acredito que no pico da ‘safrinha’, o preço real vai ficar na faixa de uns R$ 100 a saca. A curto prazo acho que não levanta tanto, porque é muito feijão”, acrescenta Cruz.

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