Veto à importação não deve afetar imagem da vacina russa, diz presidente da Anvisa


À CPI, Antonio Barra Torres disse que o processo de aprovação da vacina está parado e pendente de documentação, mas que poderá ser retomado caso as informações solicitadas cheguem O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse nesta terça-feira que o veto do órgão ao pedido de importação da vacina russa Sputnik V não deve resultar em um julgamento prévio sobre a qualidade do produto.
Em depoimento à CPI da Covid, Torres afirmou que o processo de aprovação da vacina está parado e pendente de documentação, mas que poderá ser retomado caso as informações solicitadas cheguem.

Pablo Jacob/Agência O Globo
O dirigente reconheceu que a Anvisa tem sido alvo de pressão política pela aprovação da Sputnik V, sobretudo por parte de governadores interessados em importar a vacina. Ressaltou, contudo, que considera “legítimas” as pressões.

Ele também negou a existência de qualquer pressão por parte do governo dos Estados Unidos pela rejeição da Sputnik V. Logo após a reprovação da importação, a Anvisa foi acusada pelos russos de ter cedido a pedidos dos americanos. Torres também negou qualquer intereferência por parte do Ministério da Saúde.

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