Vacinação em Manaus já abrange pessoas com comorbidades, mas não há previsão de conclusão


Também já foram imunizados trabalhadores da saúde, indígenas aldeados e idosos de 60 anos ou mais Manaus é uma das capitais mais avançadas na vacinação contra a covid-19, mas a capital amazonense também enfrenta incertezas em relação ao prazo de conclusão do processo de imunização dos habitantes.

Atualmente, a Prefeitura de Manaus vacina pessoas de 18 a 59 anos de idade com comorbidades elencadas no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. Também foram imunizados trabalhadores da saúde, indígenas aldeados e idosos de 60 anos ou mais.

Até esta terça-feira (13), 279.331 pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 em Manaus, o equivalente a 12,6% da população. Do total, 80.216 (3,6%) receberam a segunda dose do imunizante. A capital do Amazonas acumula 164.415 casos de covid-19 confirmados e 8.561 óbitos.

Estoque de vacinas
Questionada sobre a oferta de vacinas na capital, a Secretaria de Saúde de Manaus informou que o estoque disponível é suficiente para vacinar o público em curso, que são as pessoas com comorbidades.

O prefeito de Manaus, David Almeida, aderiu ao Consórcio Conectar, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), formado para a aquisição de vacinas. No momento, Almeida aguarda uma definição do consórcio sobre a compra de vacinas no exterior. Hoje, o consórcio informou que segue negociando a compra de 30 milhões de vacinas Sputnik V. Mas o imunizante ainda não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), em uma decisão sobre a compra de vacinas pelo Maranhão, deu um mês para a Anvisa decidir sobre a importação excepcional da vacina. Se não cumprir o prazo, a vacina poderá ser adquirida sem autorização da agência.

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