Juros futuros recuam com Orçamento, Treasuries e leilão do Tesouro no foco


No fim da sessão regular, às 16h, a taxa do DI para janeiro de 2022 passou de 4,74% para 4,65% e a do DI para janeiro de 2023 recuou de 6,67% para 6,46% Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira (8) em forte queda, no momento em que os agentes financeiros digerem notícias sobre a questão orçamentária, na expectativa de que um acordo possa ser alcançado.
Além disso, fatores como a menor oferta de prefixados de longo prazo pelo Tesouro Nacional em seu leilão e o recuo firme dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) contribuíram para a retirada de prêmio das taxas futuras, ao mesmo tempo em que os agentes também digeriram sinais do diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, sobre os rumos da política monetária.

No fim da sessão regular, às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passou de 4,74% para 4,65% e a do DI para janeiro de 2023 recuou de 6,67% para 6,46%.
Já a taxa do contrato para janeiro de 2025 cedeu de 8,38% para 8,15% e a do DI para janeiro de 2027 caiu de 8,99% para 8,78%.

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